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Balanço da PRF registra duas mortes e redução de 40% de acidentes


Vera Lúcia, superintendente da PRF em Alagoas
Vera Lúcia, superintendente da PRF em Alagoas
O balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgado na manhã desta quinta-feira (6) apresentou uma redução de 71,4% no número de mortos e 40% de acidentes nas rodovias alagoanas.
O levantamento foi realizado durante o período de 28 de fevereiro a 5 de março. 3.109 veículos foram fiscalizados nas rodovias BR 101, 104 e 316, sendo 26 autuados por irregularidades. De acordo com órgão, o número representa um aumento em relação ao ano passado onde 2.997 veículos foram abordados. O motivo seria o aumento no reforço da PRF que foi composto por agentes da equipe administrativa enviados para rua.
O principal objetivo das abordagens foi controlar a ingestão de bebida alcoólica. “Este ano trabalhamos muito com testes de alcoolemia, esse trabalho foi intensificado e reduziu muito as prisões. A sociedade também vem se conscientizando sobre os perigos da bebida e direção”, diz Vera Lúcia Cello, superintendente da PRF em Alagoas.
Foram atuadas 26 pessoas, sendo oito presas por agravos na Lei Seca. “Podemos afirmar que um dos óbitos registrados foi por ingestão de álcool”, explica Vera sem desconsiderar o excesso de velocidade como principal causa.
Ainda segundo a PRF, em 2013 foram registrados 49 acidentes nas rodovias federais com sete óbitos. Já este ano, o órgão registrou uma redução de 29 com duas mortes, sendo 40,8% a menos. “Alguns acidentes como os que envolvem saída de pista revela o excesso de velocidade do condutor. É importante ressaltar também que devemos ter uma atenção maior para a educação de motoristas de caminhões”, diz a superitentende. O destaque remonta aos dois acidentes mais graves registrados pela PRF que envolveram veículos de carga. Um ocorreu em Pilar, na última sexta-feira (28) e outro em Junqueiro, no último domingo (2).
Já a utilização de radares portáteis flagrou 350 condutores dirigindo em velocidade superior a permitida nas três saídas da cidade. O equipamento instalado no ano passado deve ajudar o órgão a realizar a punição que depende da imprudência constatada.
Por fim, a PRF informa ainda que o que acontece na cidade se reflete nas rodovias. “Nosso efetivo é muito aquém do necessário e tudo o que acontece na cidade se reflete nas rodovias, por isso precisamos que as polícias atuem juntas para se ajudarem”, afirma.


Veja onze trocas simples que ajudam a reduzir o nível do colesterol

Considerado um dos piores inimigos do coração – o tabaco é outro – o excesso de colesterol na corrente sanguínea aumenta o risco de desenvolvimento de aterosclerose, infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Os dois principais subtipos de colesterol são o HDL, conhecido como colesterol "bom", e o LDL, também chamado de colesterol "ruim". Enquanto o último se deposita nas paredes das artérias, promovendo a aterosclerose, o primeiro tem um papel inverso: ele ajuda a “limpar” as paredes das artérias, livrando-as do colesterol ruim. Tanto níveis altos de LDL ou níveis muito baixos de HDL representam um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
“Uma dieta equilibrada e saudável, com redução da ingestão de gorduras, é bastante eficaz em reduzir os níveis de colesterol LDL, enquanto atividades como parar de fumar e realizar exercícios regulares ajudam a elevar o HDL, que tem efeito protetor contra o desenvolvimento dessas doenças”, explica Alex Felix, cardiologista do Sergio Franco Medicina Diagnóstica, do Rio de Janeiro.
Assim, o objetivo é chegar a um equilíbrio entre os níveis dos dois tipos de colesterol, e não eliminá-los completamente, como muitos acreditam.
“Precisamos de colesterol no corpo: ele é fonte energética e faz parte da membrana que recobre as células. O que devemos evitar é o excesso dele na corrente sanguínea” explica Antonio Carlos Till, clínico e cardiologista do Vita Check-Up Center, também da capital fluminense.
Para evitar esse excesso, os principais aliados são a prática regular de atividades físicas e a boa a velha alimentação. Quanto mais rica em fibras e pobre em gorduras saturadas for a dieta, melhor. O motivo é que parte do colesterol do corpo é proveniente da ingestão direta do colesterol contido em alimentos de origem animal ou com a ingestão de gorduras "ruins" – as saturadas, encontradas em carnes "gordas" e no leite integral, por exemplo
Vale lembrar que o colesterol elevado nem sempre é fruto exclusivo de uma alimentação inadequada. Algumas vezes, distúrbios hormonais, doenças e fatores hereditários tornam mais difícil o controle das taxas dessa gordura no sangue, sendo necessário o uso de medicamentos.
Veja os 11 exemplos de trocas simples no cardápio:
Leite: aposente o integral e invista no desnatado. Com quantidades similares de proteínas, cálcio e vitaminas, ele tem baixo teor de gordura saturada.
No café da manhã: troque o cereal industrializado (rico em açúcar e pobre em fibras) por aveia em flocos e aumente a ingestão de fibras solúveis.
Pão: troque o francês pelo integral e aumente o consumo de fibras. Elas reduzem a absorção de gorduras (entre elas, o colesterol) pelo organismo.
Em cima do pão: em vez da manteiga, que é rica em colesterol, use queijo cottage, que tem baixo teor de gordura, colesterol e poucas calorias.
Óleo de cozinha: troque o de soja pelo de oliva, que tem bem menos gorduras insaturadas (elas atuam diretamente na redução do LDL, o colesterol ruim).
Tire a pele do frango antes mesmo dele ir para a panela, para evitar que a gordura e o colesterol penetrem na carne magra e mais saudável.
Macarrão: use integral (mais fibras e mais saciedade no prato) e troque o molho branco por molho de tomate (menos gorduroso).
Suco: substitua o de laranja pelo de uva, que é rico em flavonoides – antioxidantes poderosos que evitam a formação de placas nas paredes das artérias.
Lanche rápido: em vez de salgadinho, vá de pipoca. Feita na panela (esqueça a de micro-ondas) ela aporta fibras. Já os salgadinhos, só fornecem gordura e sódio.
Carne: troque a vermelha por peixe 2 vezes na semana. Isso vai ajudar a reduzir as quantidades de LDL ingerido na primeira e a aumentar o HDL (peixe é rico em ômega 3).
Vegetais: priorize os crus em vez dos cozidos: a vantagem desta troca é aumentar o consumo de fibras, que ajudam a diminuir a absorção de colesterol.


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