quarta-feira, 21 de outubro de 2015

GREVE DOS BANCOS COMEÇA PREJUDICAR O COMERCIO EM GERAL

     

Fecomércio afirma que greve dos bancos já prejudica o comércio


No seu quarto dia de paralisação, e sem acordo visível, as conseqüências da greve dos bancários já podem ser sentidas nas ruas e lojas de Rondônia. Esta é a opinião das classes produtivas do Estado que foi expressa, numa entrevista dada hoje pela manhã, pelo presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Francisco Teixeira Linhares, que, embora reconheça que a greve é um direito, reclama que “O comércio e a população são as grandes vitimas desta situação.
A constatação é a de que esta greve está prejudicando as vendas, os clientes desapareceram, pois, falta dinheiro em circulação e a cada dia a coisa está pior para o empresário que precisa pagar suas contas e vê seu faturamento estagnado”e completou “È claro que a greve dos bancários já está afetando o comércio na medida em adia vendas e venda adiada é venda perdida. E os reflexos são mais fortes para os setores em que o dinheiro é o meio de pagamento mais utilizado. Exemplo disto são os supermercados.
E, apesar da tecnologia dos bancos, que reduz os efeitos da greve, uma parcela muito grande de correntistas não está habituado aos meios eletrônicos”. De fato, aliado aos atrasos originados da greve dos Correios, muitos consumidores não pagaram suas contas em dia por meios eletrônicos e, quando se trata de valores maiores ou de cheques, tem dificuldade de movimentação na medida em que o acesso ao dinheiro está restrito a casas lotéricas ou caixas eletrônicos. Se bem que os caixas eletrônicos continuam sendo abastecidos normalmente e, segundo os bancos não existe possibilidade de faltar dinheiro, as conseqüências da greve já podem ser observadas nas ruas e lojas de Porto Velho que apresentam um movimento bem menor assim como nos caixas eletrônicos lotados e na reclamação da população revoltada com a situação na medida em que o setor bancário é essencial na vida de todo mundo.
Fonte: assessoria

 

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